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desde 1979

Um blog pessoal sobre várias visões: comida, cinema, música, alguma cultura, política e o dia-a-dia.

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Um blog pessoal sobre várias visões: comida, cinema, música, alguma cultura, política e o dia-a-dia.

speed interview

por Luís Veríssimo, em 16.11.15

Office-Interview.jpg

Há uns tempos por iniciativa própria mandei um currículo para uma empresa para uma posição específica. Não havia naquele momento vaga alguma naquela empresa, nem para o que eu tinha enviado. Soube por um antigo colega de trabalho que o meu nome havia sido falado, mas para outro cargo. Estranhei. Contudo, nada me disseram. Até que ontem à tarde recebi um email a dizer que tinha entrevista hoje às 16h. Assim sem mais. Vá lá que pude ir.

Cheguei e reparei que tinham marcado com mais 10 pessoas, para além de mim, entrevistas para o mesmo cargo ao mesmo tempo. Deu-me vontade de ir logo embora. Mas decidi esperar até às 16h30 e só aí ir-me embora. Escusado será dizer que houve algumas desistências. Como fui o terceiro a chegar e o que havia chegado primeiro desistiu. Foi entrevistado dentro do tempo que eu havia estipulado. O entrevistador estava a fazer uma espécie de speed interview, estilo speed dating, 5 minutos e já está. Ao contrário do que eu estava à espera correu muito bem. Gostei do homem, fui directo e ele também. Aquela vaga e aquelas condições não me interessavam. Interessava-me outra coisa e disse-lho. Contou-me que há três meses atrás andaram à procura de alguém como eu para a posição que eu queria e que lhes foi difícil encontrar alguém... Cheguei 3 meses atrasado. Bolas! Ficou a promessa de um novo contacto (que duvido que venha a existir). E fui embora ainda nem eram 16h30. Gostei muito.

Imagem da série britânica "The Office".

Lobo Mau

por Luís Veríssimo, em 15.10.15

Ontem de manhã um colega meu (um quadrilheiro) veio-me contar que um outro colega nosso (um que tem um bocado a mania - *shiu*) tem medo de mim. Devo ser mesmo mau, qual lobo mau, deve ser da barba que é muita. A verdade é que desde que entrou que não morro de amores pelo que tem a mania, mas fui sendo paciente e dando-lhe todas as oportunidades que me foram possíveis, exigindo-lhe o mesmo que exijo a mim próprio e aos outros colegas que estão no mesmo nível hierárquico, mesmo assim, destes,  foi o único com quem eu já discuti, pois acções (e inacções) suas podem afectar o meu trabalho e o dos outros. E é aqui que está o seu grande problema, falta-lhe maturidade profissional, pois em determinadas equipas por mais mal, ou bem, que se dêem as pessoas o barco tem que ser remado no mesmo sentido. Portanto é bom que tenha medo de mim, pelo menos até eu me ir embora. 

Desabafos - Work

por Luís Veríssimo, em 24.07.15

Esta não tem sido uma boa semana no work... Às vezes até tenho vergonha de dizer na maravilhosa empresa onde trabalho. É triste e deixa-me envergonhado ver os níveis de pouca responsabilidade que há... Pronto! Já desabafei e já respirei 10 vezes.

Ghosting

por Luís Veríssimo, em 15.07.15

 A relação de Charlize Theron e Sean Penn parecia bem até ao dia em que ela deixou de lhe responder aos telefonemas e mensagens e desapareceu da sua vida. A isto se chama "ghosting", termo proveniente de ghost (fantasma). Ler mais aqui e aqui.

 Sobre isto gostava de partilhar uma pequena história...

 O desaparecer sem deixar rasto ou como quem diz sair para ir comprar tabaco e nunca mais voltar não é exclusivo de relações amorosas... Há uns anos tinha um chefe, que era chefe, mas pouco. Era chefe daquela equipa havia também poucos meses. E era... digamos... pouco competente... Pedia a um colega meu para fazer a maior parte do seu trabalho e a uma colega minha para fazer o restante... Houve um dia que não apareceu para trabalhar. Tinha desaparecido. Ninguém atendia no telemóvel. Ninguém atendia no telefone de casa. Nem sequer amigos seus, dos mais próximos aos mais distantes, sabiam onde a criatura estava. Toda a gente no trabalho preocupada. Aconteceu-lhe algo. Morreu? Não. Ao segundo dia, igual, não apareceu igualmente. Pouco depois da hora do almoço a Polícia Judiciária apareceu com um mandato. Foram apreender o computador e todos os dados relativos ao homem. Estava a ser investigado. Supõem-se que tivesse sabido que estava a ser investigado e desapareceu por causa isso. Ainda hoje ninguém sabe desse meu antigo chefe...

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