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desde 1979

Um blog pessoal sobre várias visões: comida, cinema, música, alguma cultura, política e o dia-a-dia.

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O (novo) Mercado de Algés

por Luís Veríssimo, em 09.07.15

Mercado de Algés.JPG

 O "novo", ou melhor o renovado Mercado de Algés, abriu para a vipalhada na terça (que comeu e bebeu à pala) e para o comum dos mortais ontem (que comeu a pagantes). Lá fomos nós, eu e o meu mais que tudo, espreitar a coisa.

 Moro em Algés desde 2008 e afeiçoei-me logo ao Mercado, tenho aliás uma relação estreita com Mercados, mas isso são outras histórias. Como todas as relações, eu e o Mercado de Algés, já tivemos os nossos altos e baixos. Houve alturas em que ia lá todas as semanas, houve outras em que se passavam meses e não punha lá os pés. Tenho por lá relações com alguns dos vendedores, sobretudo com vendedoras.

 Os mercados com comes e bebes não são novidade, são aliás uma moda importada de bandas estrangeiras. Tenho algum receio que por cá algum ou alguns dos "novos" mercados venha a ser um flop.

 Analisando agora o bom e o menos bom deste "novo" Mercado, algumas coisas até são comuns à dos outros. O menos bom:

- tem demasiados espaços de restauração, uma pessoa perde-se;

- a confusão é a palavra de ordem, tanto para a encontrar mesa (onde tivémos alguma dificuldade), como para pedir bebidas (da qual não nos podemos queixar muito);

- os três espaços de mesas são muito apertados, sobretudo junto aos restaurantes e às zonas onde se pede e paga;

- as duas esplanadas exteriores são tenebrosas, tanto a da rua fechada como a que dá para a rotunda, o desenho que não é nada elegante, as mesas de metal parecem mesas de café reles e os pés das cadeiras não encaixam na totalidade nas cadeiras....

O bom:

- tem uma banca do Sushic;

- as mesas e cadeiras da esplanada interior são bonitas, mais agradáveis que as do Mercado da Ribeira, mesmo sendo do mesmo estilo;

- a esplanada interior não se parece com uma zona de restauração de um centro comercial, ao contrário do Mercado da Ribeira;

- gosto muito do facto de terem música ao vivo, espero, sinceramente, que seja para continuar;

- são espertos e colocaram umas televisões, também gosto muito disso;

- o Mercado abriu com a zona dos vendedores igualmente reabilitada, o que é extremamente positivo.

De salientar ainda que esta obra, agora inaugurada, está prevista desde 2008/2009, altura em soube, através das vendedoras, que iam fazer alguma "coisa" ao Mercado. Espero que sobrevivam à primeira prova de fogo: o fim-de-semana do NOS Alive. E sinceramente, espero que dê resultado com o Mercado de Algés, visto que tem tudo para dar certo. Aliás, Algés já estava a precisar duma coisa destas.

Foto daqui.

Comer Lisboa #1: Capricciosa, Doca de Santo Amaro (Alcântara)

por Luís Veríssimo, em 03.04.15

xmsImg.jpgFotografia retirada do site oficial da Capricciosa.

Foi com grande desagrado que ontem à noite (02-04-2015) saí da Capriciosa da Doca de Santo Amaro sem pagar as bebidas que já tinha consumido e sem comer o que havia pedido... Chegámos por volta das 21h20. Notava-se que o serviço não era o habitual, havia zonas do restaurante que estavam encerradas, que não tinham clientes sentados e nem sentavam pessoas nessas áreas. Contudo, fomos logo atendidos quando chegámos, recolhendo o pedido sem problemas. O problema veio depois... Esperámos, esperámos, esperámos e vieram as bebidas... E voltámos a esperar, a esperar, a esperar e pedido não havia meio de chegar. Às 21h55 perguntei ao empregado o que se passava com o nosso pedido e resposta foi que ia verificar. Informei-o que já estávamos à espera há mais de meia hora. Esperámos apenas mais 5 minutos. Fomos embora assim que a mesa ao nosso lado (uma senhora, um senhor e duas crianças) foi servida, não tinham chegado nem 15 minutos antes...

Por mais desculpas que se possam pedir, não é  este tipo de serviço a que estou habituado em qualquer um dos restaurantes da Capricciosa. Sinceramente, não sei se voltarei alguma vez... infelizmente!

Avaliação: 1.0 em 5.0.

Texto publicado originalmente no Zomato

 

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