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desde 1979

Um blog pessoal sobre várias visões: comida, cinema, música, alguma cultura, política e o dia-a-dia.

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5 coisas que eu adorava comer em miúdo

por Luís Veríssimo, em 05.06.16

Tal como havia pelo menos 5 coisas que eu não comia em miúdo, havia outras tantas que eu adorava. Era um perdido. Podiam-me alimentar só destas 5 coisas que eu era feliz. E como hoje é domingo e já estamos em Junho, todas estas coisas são bastante apetecíveis para esta altura. Fiquem com água na boca, eu já estou... Vou fazer o almoço para os sogros... Eis as 5 coisas que eu adorava comer em miúdo:

 

5 coisas que eu não comia em miúdo

por Luís Veríssimo, em 02.06.16

Em criança era um castigo para comer. Não gostava de nada, não comia nada. Gostar até gostava, mas havia coisas que não suportava (algumas delas ainda hoje não como), ou porque não me sabiam bem ou porque não eram confeccionadas da melhor forma. Como em criança costumava estar muitas vezes doente o meu gosto também se ressentia e nada comia por simples falta de vontade ou apetite. Ainda hoje em dia quando me falta o apetite é sinal de que algo não está bem. Com o tempo o meu paladar melhorou e o meu gosto pela comida também. Hoje em dia, por defeito profissional, agora que me dedico mais à cozinha, como de tudo (pelo menos tento). E ontem como foi o Dia Mundial da Criança deixo aqui um especial sobre as 5 coisas que eu não comia em miúdo:

 

Desafio: Quando eu era pequenino... parte 1

por Luís Veríssimo, em 17.08.15

O desafio é contar 50 coisas, factos, vivências sobre nós de quando éramos miúdos, garotos, pequeninos. O objectivo é dar-nos a conhecer. Vou transformar este desafio numa série de 5 posts, em que partilharei de cada vez 10 bombásticas (ou nem tanto) revelações...

 

 "Quando eu era pequenina" por Gisela João

  1. Quando eu era pequenino... passava a vida doente, era a doença em pessoa vá. Eram as crises de asma, foi a varicela, papeira e sarampo, eu sei lá mais o quê.
  2. Quando eu era pequenino... fui operado 4 vezes, incluindo ao apêndice, nenhuma das cirurgias foi estética.
  3. Quando eu era pequenino... devido ao facto de muitas vezes estar doente adorava brincar sozinho, mesmo tendo um irmão mais velho.
  4. Quando eu era pequenino... adorava brincar com os amigos do meu irmão (sempre me dei com pessoas ou mais velhas que eu ou mais novas, quase nunca da minha idade), ele detestava, claro.
  5. Quando eu era pequenino... eu e o meu irmão fartávamo-nos de andar à porrada, era a nossa "brincadeira" favorita em conjunto, o que deixava a nossa mãe furiosa.
  6. Quando eu era pequenino... era um castigo para comer, o que deixava a minha mãe... furiosa. Hoje em dia comer é um dos meus passatempos favoritos, tanto é que até um curso de cozinha tenho e grande parte das minhas memórias de infância estão relacionadas com comida, vá-se lá saber porquê.
  7. Quando eu era pequenino... tinha uma vizinha do lado (cabo-verdiana, mulata, casada com um angolano, branco, cuja filha deste detestava a madrasta "preta" e eu detestava esta mulher birrenta e ingrata), que adorava e que me ensinou a gostar de comida africana, comida condimentada, comida cheia de especiarias e pimentas, comida cheia de vida como ela.
  8. Quando eu era pequenino... brincava muito com uma outra vizinha do lado, mais nova uns 2 anos, que eu adorava, acho que foi a minha primeira paixoneta, sem saber o que isso era.
  9. Quando eu era pequenino... vivi em vários sítios, mas os que tiveram mais importância, não só por terem sido aqueles onde vivi mais tempo e de que guardo mais memórias, mas que tiveram uma importância tremenda na minha vida e que contribuíram para o que sou hoje, foram Setúbal e Ourique.
  10. Quando eu era pequenino... sofri muito quando tive que deixar Setúbal aos 14 anos e ir viver para Ourique, a minha sanidade estava em jogo e na altura era, para mim, a decisão mais acertada.

O (novo) Mercado de Algés

por Luís Veríssimo, em 09.07.15

Mercado de Algés.JPG

 O "novo", ou melhor o renovado Mercado de Algés, abriu para a vipalhada na terça (que comeu e bebeu à pala) e para o comum dos mortais ontem (que comeu a pagantes). Lá fomos nós, eu e o meu mais que tudo, espreitar a coisa.

 Moro em Algés desde 2008 e afeiçoei-me logo ao Mercado, tenho aliás uma relação estreita com Mercados, mas isso são outras histórias. Como todas as relações, eu e o Mercado de Algés, já tivemos os nossos altos e baixos. Houve alturas em que ia lá todas as semanas, houve outras em que se passavam meses e não punha lá os pés. Tenho por lá relações com alguns dos vendedores, sobretudo com vendedoras.

 Os mercados com comes e bebes não são novidade, são aliás uma moda importada de bandas estrangeiras. Tenho algum receio que por cá algum ou alguns dos "novos" mercados venha a ser um flop.

 Analisando agora o bom e o menos bom deste "novo" Mercado, algumas coisas até são comuns à dos outros. O menos bom:

- tem demasiados espaços de restauração, uma pessoa perde-se;

- a confusão é a palavra de ordem, tanto para a encontrar mesa (onde tivémos alguma dificuldade), como para pedir bebidas (da qual não nos podemos queixar muito);

- os três espaços de mesas são muito apertados, sobretudo junto aos restaurantes e às zonas onde se pede e paga;

- as duas esplanadas exteriores são tenebrosas, tanto a da rua fechada como a que dá para a rotunda, o desenho que não é nada elegante, as mesas de metal parecem mesas de café reles e os pés das cadeiras não encaixam na totalidade nas cadeiras....

O bom:

- tem uma banca do Sushic;

- as mesas e cadeiras da esplanada interior são bonitas, mais agradáveis que as do Mercado da Ribeira, mesmo sendo do mesmo estilo;

- a esplanada interior não se parece com uma zona de restauração de um centro comercial, ao contrário do Mercado da Ribeira;

- gosto muito do facto de terem música ao vivo, espero, sinceramente, que seja para continuar;

- são espertos e colocaram umas televisões, também gosto muito disso;

- o Mercado abriu com a zona dos vendedores igualmente reabilitada, o que é extremamente positivo.

De salientar ainda que esta obra, agora inaugurada, está prevista desde 2008/2009, altura em soube, através das vendedoras, que iam fazer alguma "coisa" ao Mercado. Espero que sobrevivam à primeira prova de fogo: o fim-de-semana do NOS Alive. E sinceramente, espero que dê resultado com o Mercado de Algés, visto que tem tudo para dar certo. Aliás, Algés já estava a precisar duma coisa destas.

Foto daqui.

Comer Lisboa #1: Capricciosa, Doca de Santo Amaro (Alcântara)

por Luís Veríssimo, em 03.04.15

xmsImg.jpgFotografia retirada do site oficial da Capricciosa.

Foi com grande desagrado que ontem à noite (02-04-2015) saí da Capriciosa da Doca de Santo Amaro sem pagar as bebidas que já tinha consumido e sem comer o que havia pedido... Chegámos por volta das 21h20. Notava-se que o serviço não era o habitual, havia zonas do restaurante que estavam encerradas, que não tinham clientes sentados e nem sentavam pessoas nessas áreas. Contudo, fomos logo atendidos quando chegámos, recolhendo o pedido sem problemas. O problema veio depois... Esperámos, esperámos, esperámos e vieram as bebidas... E voltámos a esperar, a esperar, a esperar e pedido não havia meio de chegar. Às 21h55 perguntei ao empregado o que se passava com o nosso pedido e resposta foi que ia verificar. Informei-o que já estávamos à espera há mais de meia hora. Esperámos apenas mais 5 minutos. Fomos embora assim que a mesa ao nosso lado (uma senhora, um senhor e duas crianças) foi servida, não tinham chegado nem 15 minutos antes...

Por mais desculpas que se possam pedir, não é  este tipo de serviço a que estou habituado em qualquer um dos restaurantes da Capricciosa. Sinceramente, não sei se voltarei alguma vez... infelizmente!

Avaliação: 1.0 em 5.0.

Texto publicado originalmente no Zomato

 

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